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Sob a ótica espírita!!!

NOVO ENDEREÇO COM ATUALIZAÇÃO DOS ESTUDOS.
Temos três salas no PALTALK, uma chama-se MOMENTO FRATERNO, a outra NOSSO EVANGELHO DIÁRIO e a outra SOB A ÓTICA ESPÍRITA.
Explicações e referências acerca de doação de Medula Óssea, campanha permanente.
April 17

Perguntas e Respostas sobre Transplante de Medula Óssea

O que é medula óssea?
É um tecido líquido que ocupa o interior dos ossos, sendo conhecida popularmente por 'tutano'. Na medula óssea são produzidos os componentes do sangue: as hemácias (glóbulos vermelhos), os leucócitos (glóbulos brancos) e as plaquetas. Pelas hemácias, o oxigênio é transportado dos pulmões para as células de todo o nosso organismo e o gás carbônico é levado destas para os pulmões, a fim de ser expirado. Os leucócitos são os agentes mais importantes do sistema de defesa do nosso organismo, inclusive nos defende das infecções. As plaquetas compõem o sistema de coagulação do sangue.


Qual a diferença entre medula óssea e medula espinhal?

Enquanto a medula óssea, como descrito anteriormente, é um tecido líquido que ocupa a cavidade dos ossos, a medula espinhal é formada de tecido nervoso que ocupa o espaço dentro da coluna vertebral e tem como função transmitir os impulsos nervosos, a partir do cérebro, para todo o corpo.


O que é transplante de medula óssea?

É um tipo de tratamento proposto para algumas doenças malignas que afetam as células do sangue. Ele consiste na substituição de uma medula óssea doente, ou deficitária, por células normais de medula óssea, com o objetivo de reconstituição de uma nova medula. O transplante pode ser autogênico, quando a medula ou as células precursoras de medula óssea provêm do próprio indivíduo transplantado (receptor). Ele é dito alogênico, quando a medula ou as células provêm de um outro indivíduo (doador). O transplante também pode ser feito a partir de células precursoras de medula óssea obtidas do sangue circulante de um doador ou do sangue de cordão umbilical.


Quando é necessário o transplante?

Em doenças do sangue como a Anemia Aplástica Grave e em alguns tipos de leucemias, como a Leucemia Mielóide Aguda, Leucemia Mielóide Crônica, Leucemia Linfóide Aguda. No Mieloma Múltiplo e Linfomas, o transplante também pode estar indicado.

Anemia Aplástica: É uma doença que se caracteriza pela falta de produção de células do sangue na medula óssea. Apesar de não ser uma doença maligna, o transplante surge como uma saída para 'substituir' a medula improdutiva por uma sadia.

Leucemia: É um tipo de câncer que compromete os glóbulos brancos (leucócitos), afetando sua função e velocidade de crescimento. O transplante surge como uma forma de tratamento complementar aos tratamentos convencionais.


Como é o transplante para o doador?

Antes da doação, o doador faz um exame clínico para confirmar o seu bom estado de saúde. Não há exigência quanto à mudança de hábitos de vida, trabalho ou alimentação. A doação é feita por meio de uma pequena cirurgia, de aproximadamente 90 minutos, em que são realizadas múltiplas punções, com agulhas, nos ossos posteriores da bacia e é aspirada a medula. Retira-se um volume de medula do doador de, no máximo, 10%. Esta retirada não causa qualquer comprometimento à saúde. Leia mais informações sobre a doação de medula.


Como é o transplante para o paciente?

Depois de se submeter a um tratamento que destrói a própria medula, o paciente recebe a medula sadia como se fosse uma transfusão de sangue. Essa nova medula é rica em células chamadas progenitoras, que, uma vez na corrente sangüínea, circulam e vão se alojar na medula óssea, onde se desenvolvem. Durante o período em que estas células ainda não são capazes de produzir glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas em quantidade suficiente para manter as taxas dentro da normalidade, o paciente fica mais exposto a episódios infecciosos e hemorragias. Por isso, deve ser mantido internado no hospital, em regime de isolamento. Cuidados com a dieta, limpeza e esforços físicos são necessários. Por um período de 2 a 3 semanas, necessitará ser mantido internado e, apesar de todos os cuidados, os episódios de febre são quase uma regra no paciente transplantado. Após a recuperação da medula, o paciente continua a receber tratamento, só que em regime ambulatorial, sendo necessário, por vezes, o comparecimento diário ao hospital.


Quais os riscos para o paciente?

A boa evolução durante o transplante depende de vários fatores: o estágio da doença (diagnóstico precoce), o estado geral do paciente, boas condições nutricionais e clínicas, além, é claro, do doador ideal. Os principais riscos se relacionam às infecções e às drogas quimioterápicas utilizadas durante o tratamento. Com a recuperação da medula, as novas células crescem com uma nova 'memória' e, por serem células da defesa do organismo, podem reconhecer alguns órgãos do indivíduo como estranhos. Esta complicação, chamada de doença enxerto contra hospedeiro, é relativamente comum, de intensidade variável e pode ser controlada com medicamentos adequados. No transplante de medula, a rejeição é rara.


Quais os riscos para o doador?

Os riscos são poucos e relacionados a um procedimento cirúrgico que necessita de anestesia geral, sendo retirada do doador a quantidade de medula óssea necessária (menos de 10%). Esta pequena cirurgia tem duração de aproximadamente 90 minutos e consiste de 4 a 8 punções na região pélvica posterior para aspiração da medula. Dentro de poucas semanas, a medula óssea do doador estará inteiramente recuperada. Uma avaliação pré-operatória detalhada avalia as condições clínicas e cardiovasculares do doador visando a orientar a equipe anestésica envolvida no procedimento operatório.


O que é compatibilidade?

Para que se realize um transplante de medula é necessário que haja uma total compatibilidade tecidual entre doador e receptor. Caso contrário, a medula será rejeitada. Esta compatibilidade tecidual é determinada por um conjunto de genes localizados no cromossoma 6. Por isso, devem ser iguais entre doador e receptor. Esta análise é realizada em testes laboratoriais específicos, a partir de amostras de sangue do doador e receptor, chamados de exames de histocompatibilidade. O laboratório do Centro de Transplante de Medula Óssea funciona no Hospital dos Servidores do Estado. Com base nas leis de genética, as chances de um indivíduo encontrar um doador ideal entre irmãos (mesmo pai e mesma mãe) é de 35%.


O que fazer quando não há um doador compatível?

Quando não há um doador aparentado (um irmão ou outro parente próximo, geralmente um dos pais), a solução é procurar um doador compatível entre os grupos étnicos (brancos, negros amarelos...) semelhantes. Embora, no caso do Brasil, a mistura de raças dificulte a localização de doadores, é possível encontrá-los em outros países. Desta forma surgiram os primeiros Bancos de Doadores de Medula, em que voluntários de todo o mundo são cadastrados e consultados para pacientes de todo o planeta. Hoje, já existem mais de 5 milhões de doadores. O Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME) coordena a pesquisa de doadores nos bancos brasileiros e estrangeiros.

REDOME - Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea 
Rua do Resende, 195, térreo - Centro - Rio de Janeiro / RJ
Tel.: (21) 3970-2382 / 3970-4100 
Telefax.: (21) 3970-3968
e-mail:
redome@inca.gov.br

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A reprodução, total ou parcial, das informações contidas nessa página é permitida sempre e quando for citada a fonte.
Gerenciado pelas divisões de Comunicação Social e Tecnologia da Informação

Central de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos (CNCDO)

Passos a serem cumpridos

1 - Quem quiser ser doador de medula óssea e outros precursores hematopoéticos deverá buscar, por telefone, email ou pessoalmente, na Central de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos - CNCDO de seu estado, informações a respeito de como proceder para realizar seu cadastro de doador junto ao Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea -REDOME.

2 - De posse das informações prestadas pela CNCDO e com o endereço do Hemocentro de referência, o voluntário deverá dirigir-se a este Hemocentro, onde receberá informações adicionais sobre o processo de doação de medula óssea, firmará um Termo de Consentimento e se submeterá à coleta de sangue para a realização da 1ª fase dos exames de histocompatibilidade (HLA).

3 - Após o procedimento, o voluntário ficará ciente e de acordo com uma futura eventual chamada pelo Hemocentro, caso venha a ser selecionado como possível doador para determinado receptor.

Na Portaria GM/MS nº 1315, de 30/11/00, foi estabelecido em seu Anexo I, o Fluxo de informações, tipificação e cadastro de doadores no registro nacional de doadores de medula óssea-REDOME.

 

Central de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos pelo país:

1- REGIÃO NORTE

Amazonas

Dr. Noaldo Oliveira Lucena
Rua Camapuã, 108 - Cidade Nova II
CEP: 69097-720 - Manaus - AM
Fone: (92) 645-2323 - ramal 286

Pará

Dr. Fernando Jordão de Souza
Rua Presidente Pernambuco, 489 - Bairro Batista Campos
CEP: 66015-200 - Belém - PA
Fone: (91) 224-8100
Fax: (91) 241-1771
email: cncdo@amazon.com.br; centraldetransplante@sespa.pa.gov.br

2- REGIÃO NORDESTE

Alagoas

Dr. Benício Luiz Bulhões B. de Paula Nuniz
Rua Goiás 800 - Bairro: Farol
CEP: 57050-090 - Maceió - AL
Fone / Fax: (82) 351-6157
email: cbnunes@uol.com.br

Bahia

Dr. Jorge Luiz Andrade Bastos
Hospital Central Roberto Santos
Estrada do Saboeiro, s/nº - Cabula
CEP: 41180-780 - Salvador - BA
Fone/Fax: (71) 387-3420 e 372-2978
Fone: (71) 372-2978
Página web: www.saude.ba.gov.br/int_util_trans.html
email: cncdos@hgrs.saude.ba.gov.br

Ceará

Drª. Eliana Régia Barbosa de Almeida
Secretaria Estadual de Saúde - Av. Almirante Barroso 600 - Praia de Iracema
CEP: 60060-440 - Fortaleza - CE
Fone: (85) 488-2148
Fone: 0800-851520
Fax: (85) 488-2172
email: cncdo@saude.ce.gov.br

Maranhão

Enfª. Regina de Fátima Almeida Cruz
Hospital Presidente Dutra
Dr. Rua Barão de Itapary, 227 - Centro
CEP: 65020-070 - São Luiz - MA
Fone: (98) 219-1093
Fax: (98) 231-1161
email: ctx@huufma.br

Paraíba

Drª Rosângela Medeiros Escorel Almeida
Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena
Rua Orestes Lisboa S/N - Conj. Pedro Gondin
CEP: 58033-450 - João Pessoa - PB
Fone: (83) 244-6157
Fax: (83) 244-6192
Página web: www.ctpb.hpg.ig.com.br/index.html
email: transplantepb@ig.com.br

Pernambuco

Dr. Josemberg Marins Campos
Rua Henrique Dias s/nº - Prédio Sede do IPSEP - Derby
CEP: 52010-100 - Recife - PE
Fone: 0800-2812185
Fone: (81) 3421-1311 / 3423-2357
Fax.: (81) 3421-1311
Página web: www.fisepe.pe.gov.br/ctp
email: ctranspl@fisepe.pe.gov.br

Piauí

Drª Maria de Lourdes de Freitas Véras
Rua 1º de Maio s/nº - Hospital Getúlio Vargas - Centro
CEP: 64001-430 - Teresina - Piauí
Fone: (86) 221-7553 / 221-3040 rm.244
email: ctp@transplante.pi.gov.br

Rio Grande do Norte

Drª Francinete Guerra de Morais Pereira
Av. Senador Salgado Filho, s/n
Ed. Pronto Socorro Clovis Sarinho - Bairro: Tirol
CEP: 59015-380 - Natal - RN
Fone: (84) 232-7620/ 0800 281-8500
Fone/Fax: (84) 232-7621
email: centraldetransplantesrn@bol.com.br

Sergipe

Drª. Maria do Carmo Wynne Cabral
Hospital João Alves Filho
Av. Tancredo Neves, s/n - Capucho
CEP: 49080-470 - Aracaju - SE
Fone: (79) 259-2899 / 216-2870
Fax.: (79) 259-3491 / 259-3491
Cel. da Central: (79) 9988-0392
email: sescto@prodase.com.br

3- SUDESTE

Espírito Santo

Dr. Nilson Mesquita Filho
Av. Joubert de Barros, 555 - Bairro: Bento Ferreira
CEP: 29050-720 - Vitória - ES
Tel.: (27) 3235-1028
Fax: (27) 3137-2411
email: cap.orgaos@saude.es.gov.br

Minas Gerais

Central Estadual

Dr. João Carlos Oliveira Araújo
Coordenador do MG Transplantes
Secretaria Estadual de Saúde
Avenida Afonso Pena, 2.300 - 12º andar
Bairro: Funcionários
CEP: 30130-007 - Belo Horizonte - MG
Fone: (31) 3261-6570 (SES)
FAX: (31) 3261-5235
Página web: www.saude.mg.gov.br/coord_mg_transplantes.htm
email: dra@saude.mg.gov.br

Centrais Regionais

MG Transplantes / Metropolitana-BH
Aparecida Maria de Paula
Hospital das Clínicas, 1º andar
Avenida Prof. Alfredo Balena, 110 - Bairro: Santa Efigênia
CEP: 30130-100 - Belo Horizonte - MG
Fone: (31) 3274-7181
Disque Central: (31) 1520
FAX: (31) 3213-4327
email: mgtransplantes@saude.mg.gov.br

MG Transplantes / Oeste Central de Uberlândia

Drª Rita de Cássia Pinto
Coordenadora / Diretora Regional de Saúde
Av. Belo Horizonte, 1084 - Bairro: Martins
CEP: 38400-454 - Uberlândia/MG
Fone: (34) 3218-2323 / 3214-4173
Telefax: (34) 3212-1780

MG Transplantes / Zona da Mata

Drª Adriana Almeida Pascini Brega
Coordenadora Regional
Hospital Regional Dr. João Penido / FHEMIG
Av. Juiz de Fora, 2555 - Bairro: Grama
CEP: 36048-000 - Juiz de Fora/MG
Fone: (32) 3222-4701
FAX: (32) 3222-4697
email: txhrjpjf@uol.com.br; hrjpdirecao@uol.com.br

MG Transplantes / Sul

Dr. Lauro Santos
Diretor Regional / Coordenador
Hospital Samuel Libânio
Rua Comendador José Garcia, 777 - Bairro: Centro
CEP: 37550-000 - Pouso Alegre/MG
Fone: (35) 3422-2211
email: cncdosul@saude.mg.gov.br

MG Transplantes / Norte / Nordeste

Drª. Catarina Veloso Abreu
Diretor Regional / Coordenador
Praça Honorato Alves, 22 - Bairro: Centro
CEP: 39400-103 - Montes Claros/MG
Fone: (38) 3229-2097 / 3213-3676
FAX: (38) 3221-5935
email: cncdonone@ig.com.br

MG Transplantes / Leste

Drª Sônia Alves Figueiredo Portes
Diretora Regional / Coordenadora
Rua Marechal Floriano, 1289 - Bairro: Centro
CEP: 35010-141 - Governador Valadares/MG
Fone: (33) 3221-6600
FAX: (33) 3221-2560
email: celiofm@uol.com.br

Rio de Janeiro

Dr. Roberto Domingos Gabriel Chabo
Hospital Universitário Pedro Ernesto - 3º andar
Avenida 28 de Setembro, 77 - Bairro: Vila Isabel
CEP: 20551-030 - Rio de Janeiro - RJ
Fone: (21) 2587-6111 / 6830 / 6464 / 6444
Fax: (21) 2587-6830
Página web: www.lampada.uerj.br/transplanterj
email: rj-tx@lampada.uerj.br

São Paulo

Dr. Luiz Augusto Pereira
Secretaria Estadual de Saúde
Av. Dr.Enéas de Carvalho Aguiar, 188 - 9º andar - Cerqueira César
CEP: 05403-020 - São Paulo - SP
Fone: (11) 3064-1649 / 3066-8552 / 3064-1649
Fax: (11) 3083-3942 / 3088-5094
Página web: www.saude.sp.gov.br/html/fr_ctrans.htm
email: ctrans@saude.sp.gov.br

Organizações de Procura de Órgãos - OPO's

OPO/HC

Coordenador: Dr. Milton Glezer
Hospital das Clínicas da Fac. de Medicina de São Paulo - Instituto Central
Av. Dr. Enéias de Carvalho Aguiar, 255 - 5º andar - Sala 5073
Bairro: Cerqueira César
CEP: 05403-000 - São Paulo/SP
Fone/FAX: (11) 3088-7129
email: miltonsglezer@hotmail.com; opo-hc@hotmail.com

OPO/Santa Casa de São Paulo

Coordenador: Dr. Wangles de Vasconcellos Soler
Irmandade da Santa Casa de São Paulo
Rua Dr. Cesário Mota Jr., 112 - Bairro: Santa Cecília
CEP: 01221-020 - São Paulo/SP
Fone: (11) 3226-7270 / FAX: (11) 3226-7183
email: transplante.hepatico@santacasasp.org.br

OPO/Dante Pazzanese

Coordenador: Dr. Jarbas J. Dinkhuysen
Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia
Av. Dante Pazzanese, 500 - Bairro: Ibirapuera
CEP: 04012-180 - São Paulo/SP
Fone: (11) 5085-4015 / FAX: (11) 5571-8601
email: j.dinkhuysen@uol.com.br

OPO/EPM

Coordenador: Dr. José Osmar Medina Pestana
Hospital do Rim - Faculdade Oswaldo Ramos
Rua Borges Lagoa, 960 - 6º andar - Bairro: Vila Clementino
CEP: 04038-002 - São Paulo/SP
Fone/FAX: (11) 5572-8749 / 5573-7404
email: medina@hrim.com.br

OPO/Campinas

Coordenador: Dr. Adriano Fregonesi
Hospital das Clínicas da UNICAMP - Captação de Órgãos - 3º andar
Cidade Universitária Zeferino Vaz - Bairro: Barão Geraldo
CEP: 13083-970 - Campinas/SP
Fone: (19) 3788-8000 / 3788-8003
email: captacao@hc.unicamp.br

OPO/São José do Rio Preto

Coordenador: Dr. Renato Ferreira da Silva
Hospital de Base da Faculdade de Medicina de S.J.do Rio Preto
Avenida Brigadeiro Faria Lima, 5416
CEP: 15090-000 - São José do Rio Preto/SP
Fone: (17) 227-7030 / FAX: (17) 227-7033
email: renatosilva@famerp.br

OPO/Botucatu

Coordenadora: Dra. Maria Fernanda Cordeiro de Carvalho
Hospital de Clínicas da UNESP - Botucatu
Bairro: Rubião Jr. s/n
CEP: 18618-000 - Botucatu/SP
Fone: (14) 3811-6386
email: dcm@fmd.unesp.br

OPO/Sorocaba

Coordenador: Dr. Rogério Carballo Afonso
Conjunto Hospitalar de Sorocaba
Av. Comendador Pereira Inácio, 564
CEP: 18000-000 - Sorocaba/SP
Fone/FAX: (15) 232-4049 ou 3332-9100 rm.9283
email: rpafonso@uol.com.br

OPO/Ribeirão Preto

Coordenador: Dr. Gustavo Ribeiro de Oliveira
Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - 1º andar
Campus Universitário da USP
CEP: 14048-900 - Ribeirão Preto/SP
Fone: (16) 602-2686 / FAX: (16) 633-2189
email: cncdo2@fmrp.usp.br

OPO/Marília

Coordenador: Dr. José Cícero Ghilhen
Rua Aziz Atalah, s/n
CEP: 17519-101 - Marília/SP
Fone: (14) 424-5010 / 424-5610 / 423-8915
email:luis@famema.br

4- SUL

Paraná

Central Estadual

Dra. Arlene Terezinha Cagol Garcia Badoch
Rua Barão do Rio Branco, 465 - 1º andar - Centro
CEP 80010-180 - Curitiba - PR
Fone: (41) 232-5740 / 233-0014
Telefax: (41) 232-9477
Página web: www.saude.pr.gov.br/transplante/index.asp
email: sesatran@pr.gov.br

Centrais Regionais

Central Regional de Transplantes Norte / Londrina (CRTN/Londrina)

Enfª Ogle Beatriz Bacchi
Travessa Goiânia, 152 - Sala 316 - 3º Piso
CEP: 86020-120 - Londrina/PR
Fone: (43) 3379-6033
FAX: (43) 3379-6034
email: oglebacchi@hotmail.com

Central Regional de Transplantes Noroeste / Maringá (CRTNO/Maringá)

Enfª. Márcia de Fátima Serra
Rua Demérito, 50
CEP: 87030-090 - Maringá/PR
Fone: (44) 227-3249
FAX: (44) 227-3274

Rio Grande do Sul

Dr. Roberto Schlindwein
Coordenador do Programa de Doação de Órgãos e Transplantes do Rio Grande do Sul
Av. Princesa Isabel 395 - Bairro: Santana
Prédio Inst. Cardiológico
CEP: 90620-001 - Porto Alegre - RS
Fone: (51) 3217-1616
Fone/FAX: (51) 3219-1900
email: centraldetransplantes@saude.rs.gov.br

Santa Catarina

Dr. Ivan Moritz Martins da Silva
Hospital Governador Celso Ramos
Rua Irmã Benwarda 297 - 1º andar - Centro
CEP: 88015-270 - Florianópolis - SC
Fone: (48) 251-7299 / 7000 / 0800 - 6437474
Fax: (48) 251-7215
email: sctransplantes@yahoo.com.br; sctransplantes@saude.sc.gov.br

5- CENTRO-OESTE

Distrito Federal

Dr. Lúcio Lucas Pereira
Coordenador da Central de Transplantes do Distrito Federal
SHS - Hospital de Base, 3º andar, Edifício Pronto Socorro, sala E 3310
CEP: 70330-150 - Brasília - DF
Fone: (61) 325-5055
Fax: (61) 325-4677
Página web: www.saude.df.gov.br/mostraPagina.asp?codServico=105
email: cncdodf@saude.df.gov.br

Goiás

Dra. Cacilda Pedrosa de Oliveira
Hospital Geral de Goiânia - 5º andar
Av. Anhanguera, 6.479 - Setor Oeste
CEP: 74043-011 - Goiânia - GO
Fone / Fax: (62) 225-3595 / 221-6116
Cel. Central plantonista: (62) 9614-7990
email: central@transplantes.go.gov.br
Home Page: http://www.transplantes.go.gov.br

Mato Grosso

Valéria Aparecida Nogueira
Rua Major Dama, 714 - Bairro: Porto
CEP: 78020-170 - Cuiabá - MT
Fone: (65) 623-9004
Fax: (65) 623-9188
Página web: www.saude.mt.gov.br/hp_padrao.asp?secao=36
email: transplantes@saude.mt.gov.br

Mato Grosso do Sul

Claire Carmem Miozzo
Hospital Santa Casa
Rua Eduardo Santos Pereira, 88 - 5º andar - Ala "A" - Bairro: Centro
CEP: 79002-250 - Campo Grande - MS
Fone: (67) 321-8877
email: cet@net.ms.gov.br

CEMO
Praça Cruz Vermelha, 23, 7º andar - Centro
20230-130 - Rio de Janeiro - RJ
Tel.: (21) 2506-6215  Fax: (21) 2509-2121
Copyright © 1996-2008 INCA - Ministério da Saúde
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Gerenciado pelas divisões de Comunicação Social e Tecnologia da Informação

Passo a passo para se tornar um doador de Medula Óssea

• Qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde poderá doar Medula Óssea. Esta é retirada do interior de ossos da bacia, através de punções e se recompõe em apenas 15 dias.

• Tudo seria muito simples e fácil, se não fosse o problema da compatibilidade entre as medulas do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível pode chegar a UMA EM CEM MIL!

• Por isso, são organizados Registros de Doadores de Medula Óssea, cuja função é cadastrar pessoas dispostas a doar. Quando um paciente necessita de transplante, esse cadastro é consultado. Se for encontrado um doador compatível, ele será convidado a fazer a doação.

• Para o doador, a doação será apenas um incômodo passageiro. Para o doente, será a diferença entre a vida e a morte.

• A doação de medula óssea é um gesto de solidariedade e de amor ao próximo.

Caso você decida doar
1. Você precisa ter entre 18 e 55 anos de idade e estar em bom estado geral de saúde (não ter doença infecciosa ou incapacitante).

2. Onde doar:
É possível se cadastrar como doador voluntário de medula óssea nos Hemocentros de cada Estado. No Rio de Janeiro, além do HEMORIO, o INCA também faz a coleta de sangue e o cadastramento de doadores voluntários de medula óssea. Para mais informações, ligue 2506-6064.

Locais de doação 

3. Como é feita a doação
Será retirada por sua veia uma pequena quantidade de sangue (10ml) e preenchida uma ficha com informações pessoais.

Seu sangue será tipado por exame de histocompatibilidade (HLA), que é um teste de laboratório para identificar suas características genéticas que podem influenciar no transplante.

Seu tipo de HLA será incluído em nosso cadastro.

Quando aparecer um paciente, sua compatibilidade será verificada.

Se você for compatível com o paciente, outros exames de sangue serão necessários.

Se a compatibilidade for confirmada, você será consultado para decidir quanto à doação.

Seu atual estado de saúde será então avaliado.

A doação é um procedimento que se faz em centro cirúrgico, sob anestesia peridural ou geral, e requer internação por um mínimo de 24 horas. Nos primeiros três dias, após a doação, pode haver desconforto localizado, de leve a moderado, que pode ser amenizado com o uso de analgésicos e medidas simples. Normalmente, os doadores retornam às suas atividades habituais depois da primeira semana.


4. Mais informações

Central de Notificação e Captação de Órgãos

Perguntas e Respostas sobre Transplante de Medula Óssea


Importante: um doador de medula óssea deve manter seu cadastro atualizado sempre que possível. Caso haja alguma mudança, a pessoa deve entrar em contato com o REDOME.

O Transplante de Medula Óssea é a única esperança de cura para muitos portadores de leucemias e algumas outras doenças do sangue.

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Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário (BSCUP)

Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário (BSCUP)
Em 2001, o INCA inaugurou o Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário (BSCUP), o primeiro banco desse tipo do Brasil, visando aumentar as chances de localização de doadores, para os pacientes que necessitam de transplante de medula óssea.
As chances de um brasileiro localizar um doador em território nacional é trinta vezes maior que a chance de encontrar o mesmo doador no exterior, segundo pesquisa realizada pelo Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME). Isso ocorre devido às características genéticas comuns à população brasileira.
Além disso, o BSCUP pretende ser um projeto piloto para a instalação de outros bancos brasileiros e para treinamento de profissionais e regulamentação desta atividade.
Para mais informações sobre o Banco do INCA, ligue para 2506-6563.

O que são células-tronco?As células-tronco são células muito especiais. Elas surgem no ser humano, ainda na fase embrionária, previamente ao nascimento. Após o nascimento, alguns órgãos ainda mantêm dentro de si uma pequena porção de células-tronco, que são responsáveis pela renovação constante desse órgão específico. Essas células têm duas características distintas:
1- elas conseguem se reproduzir, duplicando-se, gerando duas células com iguais características;
2– conseguem diferenciar-se, ou seja, transformar-se em diversas outras células de seus respectivos tecidos e órgãos.
Um exemplo é a célula-tronco hematopoética, que no adulto se localiza na medula óssea vermelha. Na medula óssea, ela é responsável pela geração de todo o sangue.
Essa é célula que efetivamente substituímos quando realizamos um transplante de medula óssea.

Onde podemos encontrar as células-tronco?
Além da célula-tronco hematopoética, pesquisas recentes têm demonstrado a presença de células-tronco específicas, presentes em tecidos como, fígado, tecido adiposo, sistema nervoso central, pele etc. A utilização para fins terapêuticos dessas células também tem sido alvo de vários estudos.

O que é o sangue de cordão umbilical e placentário (SCUP) e por que ele é tão especial?
Durante a gravidez, o oxigênio e nutrientes essenciais passam do sangue materno para o bebê através da placenta e do cordão umbilical. O sangue que circula no cordão umbilical é o mesmo do recém-nascido. Quando pesquisadores identificaram no cordão umbilical um grande número de células-tronco hematopoéticas, que são células fundamentais no transplante de medula óssea, este sangue adquiriu importância, pela doação voluntária, para pessoas que necessitem do transplante.

As células-tronco do SCUP são células-tronco embrionárias?
Não, as células-tronco do SCUP são células-tronco com características adultas porém, mais imaturas e ainda pouco estimuladas.

Como é feita a doação de SCUP?
Após o nascimento, o cordão umbilical é pinçado (lacrado com uma pinça) e separado do bebê, cortando a ligação entre o bebê e a placenta.
A quantidade de sangue (cerca de 70 - 100 ml) que permanece no cordão e na placenta é drenada para uma bolsa de coleta.
Em seguida, já no laboratório de processamento, as células-tronco são separadas e preparadas para o congelamento.
Estas células podem permanecer armazenadas (congeladas) por vários anos no Banco de Sangue de Cordão Umbilical (BSCUP) e disponíveis para serem transplantadas. Cabe ressaltar que a doação voluntária é confidencial e nenhuma troca de informação será permitida entre o doador e o receptor.

Qualquer gestante está apta a doar?
Não. Assim como a doação de sangue comum, a gestante tem que atender a critérios específicos. Dentre eles, ela deve ter entre 18 e 36 anos, 11 meses e 29 dias (menos de 37 anos), ter feito no mínimo duas consultas de pré-natal documentadas, estar com idade gestacional acima de 35 semanas, no momento da coleta, e não possuir, no histórico médico, doenças neoplásicas (câncer) e/ou hematológicas (anemias hereditárias, por exemplo).

Quais são as vantagens do SCUP?
A principal vantagem é que as células do cordão estão imediatamente disponíveis. Não há necessidade de localizar o doador e submetê-lo à retirada da medula óssea.

Existem desvantagens?
Existem sim, mas não para a doadora. A maior desvantagem é a dose de utilização, uma vez que a doação ocorre em uma única coleta (sem possibilidade de nova coleta), e o volume é bem restrito, o número de células tronco pode ser limitado. Isso reduz a possibilidade de utilização a pacientes de maior peso, geralmente. Serve muito bem para a utilização em pacientes pediátricos.

Onde o INCA está recolhendo os cordões?
O material é colhido atualmente no município do Rio em três maternidades: Maternidade Municipal Carmela Dutra, Hospital Naval Marcílio Dias e na Pró Matre. Nas maternidades, o INCA possui uma equipe de enfermeiras devidamente especializadas e capacitadas para a triagem e coleta de SCUP, se segunda a sexta-feira, das 7h às 19h.

Existe algum risco para mãe ou para o bebê?
Não, não existe nenhum risco. Lembre-se que tanto a placenta, quanto o sangue que fica armazenado nela, têm sido tratados, até então, como lixo. Obviamente, as equipes de coleta atuam somente com o consentimento do obstetra, garantindo que nada interfira no parto.

O que acontece após a doação?
As unidades coletadas recebem um identificador numérico que passa a ser a identidade da bolsa. Toda referência à ela passa a ser realizada com esse número, e não mais com o nome da gestante. A unidade é então levada ao laboratório, no INCA, onde passará por diversas etapas.
Inicialmente é avaliado o número de células presentes na unidade. Caso o número destas seja suficiente para um transplante, a mesma é processada, tendo seu volume reduzido a 20ml e congelada (criopreservada). Assim, a unidade fica aguardando os resultados dos exames realizados, inclusive exames maternos, que avaliarão a presença de marcadores para doenças infecto-contagiosas do sangue.

Então, o SCUP coletado e congelado já está pronto para transplante?
Não, a legislação vigente prevê que, para uma unidade ser liberada para transplante, se deve repetir os exames sorológicos da mãe, em um período de dois a seis meses, após o parto. Isso é muito importante, pois sem esse novo exame todo o trabalho terá sido em vão, e a unidade não poderá ser utilizada.

Quais são os cuidados com a qualidade do sangue de cordão umbilical?

O sangue é somente coletado mediante o consentimento materno. As mães que permitirem a doação, obrigatoriamente, necessitam se consultar no período pré-natal e responderão ao questionário com informações sobre seu histórico familiar.
As mulheres são acompanhadas durante seis meses após o nascimento da criança, a fim de se constatar se houve algum problema com a mãe ou com o bebê, como infecções não percebidas no parto. Caso tenha ocorrido alguma anormalidade, a unidade de sangue será descartada.

Caso o filho (a) da gestante que doou seu SCUP necessitar de um transplante de células-tronco, ele (a) terá prioridade?
Não. Entenda que a doação, por todos os fatores que mencionamos, não significa que o material foi criopreservado, pois terá que atender critérios de qualidade estipulados pela lei. Uma vez que o SCUP esteja criopreservado e disponível para uso, caso não tenha sido utilizado por outro paciente, o mesmo será selecionado para o doador.

Quantas coletas são feitas em cada maternidade por dia?

São coletados, em média, de três a cinco cordões em cada maternidade, por dia.

Quanto custa este procedimento?
A doação é gratuita. Nenhuma gestante que adere ao programa de doação do INCA tem qualquer custo. A coleta e o armazenamento de cada unidade custam em torno de R$ 3 mil para o SUS. Já a importação de unidades de sangue de cordão umbilical, vindas de centros internacionais, ficam em torno de R$ 96 mil.

Qual a capacidade do Banco?
O Banco do INCA possui dois tanques com capacidade para estocar cerca de 10.000 mil unidades.

Como os pacientes receberão estas células?
Os pacientes com indicações para transplante não-aparentado deverão ser cadastrados pelo Registro Nacional de Receptores de Medula Óssea (REREME), de acordo com suas características. Isso é feito através do teste HLA, que identifica geneticamente o doador.
Haverá, então, um cruzamento de informações entre o REREME e o Registro de Doadores de Medula Óssea (REDOME), que inclui os dados do Banco de Sangue de Cordão Umbilical, a fim de identificar um doador compatível.
O processo de transplante é semelhante ao utilizado para medula óssea, ou seja, após um regime de preparação com quimioterapia e/ou radioterapia, o paciente recebe as células-tronco em um procedimento semelhante a uma transfusão.

Os cordões armazenados já foram utilizados?
Sim, unidades armazenadas no Banco do INCA já foram utilizadas em transplantes.

O que é Brasilcord?
É uma Rede que reúne os bancos públicos de sangue de cordão umbilical. Hoje estão em funcionamento as unidades do INCA, do Hospital Albert Einstein e dos hemocentros da Unicamp e de Ribeirão Preto. Estão previstos sete novos bancos públicos, que seriam instalados em todas as regiões do país para contemplar a diversidade genética da população brasileira. O INCA é responsável pela coordenação da Rede. A Portaria Ministerial nº 903/GM de 16/08/2000 e o RDC da ANVISA 153 de 14/06/2004 regulamentam os procedimentos da Rede. A criação da Rede Brasilcord foi regulamentada pela Portaria Ministerial, nº 2381 de 28/10/2004.

Existem bancos semelhantes no exterior?
Sim. No exterior, existem mais de cem bancos, com mais de 180 mil unidades de cordão congeladas.

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Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME) - RJ

Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME)

Quando não há um doador aparentado (um irmão ou outro parente próximo, geralmente um dos pais), a solução para o transplante de medula é procurar um doador compatível entre os grupos étnicos (brancos, negros amarelos etc.) semelhantes, mas não aparentados. Para reunir as informações (nome, endereço, resultados de exames, características genéticas) de pessoas que se dispõem a doar medula para o transplante, foi criado o Registro Brasileiro de Doadores de Medula Óssea (REDOME), instalado no Instituto Nacional de Câncer (INCA). Desta forma, com as informações do receptor, que não disponha de doador aparentado, busca-se no REDOME um doador cadastrado que seja compatível com ele e, se encontrado, articula-se a doação.

Campanha Nacional de Doação de Medula Óssea
Graças a uma campanha liderada pelo INCA em parceria com os hemocentros, várias empresas e instituições no Brasil, a partir de junho de 2004, foi possível aumentar o registro brasileiro de doadores que, em 2003, só oferecia 11% do material utilizado para os transplantes. Hoje, o registro já responde por 70% dos doadores encontrados e em outubro de 2006 alacançou a marca de mais de 300.000 doadores cadastrados.

Apesar de crescente, este número ainda é insuficiente para atender à demanda de pacientes, principalmente, pelo fato da probabilidade de se achar um doador compatível dentro do Brasil ser de um em cem mil. A meta de 250 mil doadores cadastrados até 2007 foi atingida no primeiro semestre de 2006, graças às parcerias firmadas com instituições e empresas. Um exemplo disso foi o convênio firmado em outubro de 2005 com o grupo Arcelor que dá apoio financeiro e estrutural à Campanha.  

Existem critérios para selecionar os pacientes que passam pelo transplante?
O critério é a entrada no sistema do Registro Brasileiro de Receptores de Medula Óssea (REREME) através do qual será efetuada a conexão com os dados existentes no REDOME e a localização do doador. Se o paciente tem a indicação do transplante e for inscrito no REREME, ele fará o procedimento (transplante) logo que for localizado o doador. O transplante só não será realizado uma vez que o estado geral do receptor piore.

Quantos hospitais fazem o transplante no Brasil?
São 42 centros para transplantes entre familiares e oito para transplantes com doadores não-aparentados: INCA, Hospital de Clínicas da Universidade de São Paulo (HCUSP), Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná (HCUFPR), Universidade de Campinas (UNICAMP), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Hospital Amaral Carvalho - Jaú/SP, Hospital Real Português-Recife/PE e Hospital Albert Einstein-SP/SP.

Quantos transplantes o INCA faz por mês?
A média é de dois transplantes com doadores não-aparentados. Mensalmente são realizados sete transplantes do tipo autólogo (de uma pessoa para si mesma) e com doador aparentado.
Em 2004, o INCA realizou 86 transplantes, sendo 49 alogênicos (de outra pessoa) e 37 autólogos.
Em 2003 foram realizados 72 transplantes (26 autólogos e 46 alogênicos).

O que a população pode fazer para ajudar os pacientes?
Todo mundo pode ajudar. Para isso é preciso ter entre 18 e 55 anos de idade e gozar de boa saúde. Para se cadastrar, o candidato a doador deverá procurar o hemocentro mais próximo de sua casa, onde será agendada uma entrevista para esclarecer dúvidas a respeito das doações e, em seguida, será feita a coleta de uma amostra de sangue (10 ml) para a tipagem de HLA (características genéticas importantes para a seleção de um doador). Os dados do doador são inseridos no cadastro do REDOME e, sempre que surgir um novo paciente, a compatibilidade será verificada. Uma vez confirmada, o doador será consultado para decidir quanto à doação.
O transplante de medula óssea é um procedimento seguro, realizado em ambiente cirúrgico, feito sob anestesia geral, e requer internação de, no mínimo, 24 horas. Saiba mais.

Importante: um doador de medula óssea deve manter seu cadastro atualizado sempre que possível. Caso haja alguma mudança, a pessoa deve entrar em contato com o REDOME.

REDOME / REREME
Rua do Resende, 195, térreo - Centro - Rio de Janeiro / RJ
Telefones do REDOME.: (21) 3970-2382 / 3970-4100
Telefones do REREME.: (21) 3970-4076 / 3970-4324
Telefax.: (21) 3970-3968
e-mail: redome@inca.gov.br

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